O Dragon Ball Super remake é uma nova versão do arco de Beerus, com estreia prevista para o outono de 2026. A série traz animação aprimorada, cenas inéditas e narrativa reconstruída, oferecendo uma adaptação mais fiel e visualmente moderna do início de Dragon Ball Super.
O Dragon Ball Super remake surge como uma das movimentações mais estratégicas da franquia nos últimos anos. Confirmado para estrear no outono de 2026, o projeto não se limita a uma simples remasterização: trata-se de uma reconstrução narrativa e visual do início da saga, focada no arco que introduz Beerus, o Deus da Destruição. A proposta atende a uma antiga demanda dos fãs e reposiciona o anime para uma nova geração, corrigindo falhas técnicas e narrativas que marcaram sua estreia original.

Diferente do anime exibido em 2015, o remake parte de uma abordagem mais fiel ao material concebido por Akira Toriyama. A nova versão promete ritmo mais equilibrado, cenas inéditas e uma direção artística condizente com o padrão atual da indústria. Com isso, Dragon Ball reforça sua presença no cenário global e se prepara para um novo ciclo de relevância.
O que é o Dragon Ball Super remake?
O Dragon Ball Super remake reconta o arco inicial da série, inspirado nos eventos de A Batalha dos Deuses, agora sob o título “Beerus”. A narrativa acompanha o período pós-derrota de Majin Buu, quando a paz na Terra contrasta com a inquietação de Goku, que sente falta de desafios reais. Essa calmaria é interrompida com a chegada de Beerus, uma entidade cósmica cujo poder redefine completamente a escala de ameaças do universo Dragon Ball.
A grande diferença está na execução. O remake revisa enquadramentos, coreografias de luta e desenvolvimento emocional dos personagens, entregando uma progressão mais orgânica. O resultado esperado é uma introdução mais impactante ao conceito do Super Saiyajin Deus, sem os problemas visuais que comprometeram a recepção inicial da série.
Por que o remake era necessário?
Quando Dragon Ball Super estreou, enfrentou críticas severas relacionadas à qualidade da animação e à inconsistência estética. Muitos episódios iniciais tornaram-se exemplos negativos dentro da cultura pop, ofuscando pontos positivos da história. O remake surge como uma resposta direta a esse histórico, reposicionando o arco de Beerus com o cuidado técnico que ele sempre mereceu.
Além disso, o projeto segue uma tendência clara da indústria de anime: revisitar obras com potencial narrativo que não foram plenamente exploradas em sua primeira versão. Ao fazer isso, a franquia fortalece sua base de fãs e amplia sua longevidade comercial e cultural.
O impacto visual e narrativo do novo anime
Um dos pilares do Dragon Ball Super remake é a modernização visual. A Toei Animation aposta em animação mais fluida, efeitos de energia refinados e cenas de combate mais cinematográficas. Essa evolução técnica não é apenas estética; ela influencia diretamente a forma como o público percebe a ameaça representada por Beerus e a transformação de Goku.


Narrativamente, o remake reorganiza eventos, ajusta diálogos e aprofunda motivações. Personagens secundários ganham mais espaço, enquanto o conflito central é construído com maior tensão. Isso torna a experiência mais envolvente, mesmo para quem já conhece a história.
O lançamento do Dragon Ball Super remake não representa um retrocesso criativo, mas sim um ajuste estratégico. Ao reconstruir sua base narrativa, a franquia se prepara para avançar com arcos inéditos e adaptações aguardadas do mangá. Esse equilíbrio entre nostalgia e inovação mantém Dragon Ball relevante em um mercado cada vez mais competitivo.

Com isso, 2026 se desenha como um marco para a série, não apenas celebrando seu legado, mas redefinindo seu padrão de qualidade para os próximos anos. O remake de Dragon Ball Super é, acima de tudo, uma reafirmação de que grandes histórias merecem ser contadas da melhor forma possível.



